O Roteiro do Arista
quarta-feira, 4 de dezembro de 2019
No início do século XX, Penacova era um local de eleição
para aqueles que genericamente ficariam conhecidos como “aristas”. Pessoas que
atraídas pela qualidade do ar que aqui se respirava, bem como pelas paisagens,
permaneciam longas temporadas nesta vila.
Mais de cem anos volvidos, a procura do bom ar continua a
ser uma realidade em Penacova. O Lazer e os Desportos de Natureza são hoje o
mote para fugir à rotina do trabalho, da vida agitada das cidades, encontrando
aqui o espaço perfeito para respirar um “ar puro”.
Surgiu assim a ideia de criar O “Roteiro do Arista”. Este
Roteiro consiste na seleção de oito locais de grande expressão turística –
tantos quantas as letras que formam a palavra PENACOVA.
As pessoas são convidadas a encontrar cada uma das letras, a
apreciar cada um dos locais esplendorosos, e a disfrutar dos bons ares e da
natureza, transformando-se assim em verdadeiros Aristas.
Visitas ao Campo de Batalha do Buçaco
sexta-feira, 25 de janeiro de 2019
A ATMPT embarcou numa nova Aventura!
Viajámos no tempo e fomos recebidos no Posto de Comando do Arthur Wellesley, Duque de Wellington, onde assistimos a uma fantástica interpretação da Batalha do Buçaco.
Tudo isto e muito mais, no sereno e primoroso Município de Penacova.
Poesia {das Circunstâncias} do Tempo
domingo, 20 de janeiro de 2019
Sinopse:
A abóbada grandiosa está lá,
esbelta / Na Igreja de Santa Isabel, em Lisboa / Os restauros correm
lentos, com perícia a traço fino / Mas o céu / Dando corpo ao
projectado / Já aparece luminoso / Completo / Raiado / Transparente
de contente / Quando se olha pr’a cima / Em busca de sol com rima
/ Vê-se um muito céu aberto, seguro a descoberto / E dá para
imaginar / Quão seguros vão aos pares / Os casais que ali respiram
serenidade / E os grupos de crianças / Que crescem por baixo do que
aparece / Todos ungidos na fé / Abstraindo a pintura / Observo com
candura / O que está pr’além de lá / E dou comigo a pensar /
Como outros a rezar / Vêem outro céu no céu / Onde podemos ficar,
sonhando que esteja perto [Luís Pais Amante | Telheiras Residence |
13 Maio 18; 16h30.]
Índice:
Nota do Autor
Prefácio – O Tempo na Poesia de Luís Amante: Vida
Contemplativa, Instante Poético e (des)Causalidade
I – Tempo Contemplativo
1. Sala de leitura
2. As Marquesas
3. Andar sentada
4. Aqui sim, há amizade já, pá!
5. A “vernissage” da Pim(tora)
6. Caminhar sobre o Mar
7. Água tempo
8. Pontes de amizade...e carinho
9. Dia tempo
10. O tempo da revolta
11. O ritmo (biológico) do tempo
12. 13 (treze) momento
13. O Caminho
14. O tempo da justiça
II – Tempo Reflexivo
15. Seguimentos do tempo
16. O tempo... do meu tempo
17. Temporizar o tempo
18. A complexidade do tempo
19. Tempo, tic, tac
20. A capacitação do tempo
21. Tempo partido
22. Tempo suspenso
23. Tempo de despedida (temporária)
24. Os anos passam...
25. O meu Luís... do tempo
26. Que tempo é este, afinal?
27. Eu e o meu (não) Eu
28. O tempo sem sol
III – Des-Tempo
29. Sem-abrigo cem
30. Tempos de simplicidade
31. Calcutá
32. Passeio em estado líquido
33. Quatro beijos e um sorriso
34. E a janela partiu-se
35. Tempo ainda é dinheiro?
36. Mulher de Ipanema
37. Lisboa, agora
38. Tempo perigoso
39. O dia dos nã...morados
40. 13 Tempo
41. Tempo de cravos com margaridas
42. Escravidão, hoje
IV – Tempo dos Amores
43. Tempo(ral)
44. Esse tempo não existiu
45. Tempo de amor
46. Gueixa
47. Ilusão
48. O tempo do contratempo
49. Seca interrupção
50. Quadro
51. Poesia
52. Tempo sem tempo
V – Penacova no Tempo
53. Ter vontade
54. Hoje o sol é meu
55. Face a face comigo próprio, poeta de Penacova .... 102
56. Penacova Povo
57. Águas calmas, brisa lenta
58. O Natal do silêncio
VI – Tempo Futuro (intenção)
59. Projeto de vida
60. A minha Maria Mulher
61. Estado de mom
62. Perdida no tempo
63. A trilogia do (nosso) tempo
64. Madalena
65. É hora de olhar o céu
O AUTOR:
LUÍS MANUEL PAIS AMANTE
Nasceu em Penacova no dia 15 de Janeiro de 1954 e reside em Lisboa desde 1973. É Advogado, Gestor e Consultor e, também, entre outros, diplomado pelo MCE (Brugues); no ano 2000, a sua actividade como Presidente do Grupo Place e como Consultor Internacional, mereceu referência destacada no “International Who’s Who of Professionals”.
No que à actividade literária diz respeito, o seu primeiro poema publicado foi “Tempo de Paz”, em Fevereiro de 1973, sobre o fim da Guerra do Vietname; no ano de 2012, sua mulher Ana, publica, em edição de autor, Poemas a Recordar.
Os livros já editados pela Colibri – e pelo seu Editor Fernando Mão de Ferro – são Conexões (2016) e Reflexos (2017).
O seu poema Confissão foi musicado pelo jovem Maestro Pedro Rodrigues e faz parte do repertório do Coral Divo Canto.
É o actual Mordomo-Mor da Confraria da Lampreia e Presidente da Associação das Confrarias da Rota de Cister.
Tem dois filhos, a Carolina e o Filipe; e dois netos, a Madalena e o André.
Prefácio – O Tempo na Poesia de Luís Amante: Vida
Contemplativa, Instante Poético e (des)Causalidade
I – Tempo Contemplativo
1. Sala de leitura
2. As Marquesas
3. Andar sentada
4. Aqui sim, há amizade já, pá!
5. A “vernissage” da Pim(tora)
6. Caminhar sobre o Mar
7. Água tempo
8. Pontes de amizade...e carinho
9. Dia tempo
10. O tempo da revolta
11. O ritmo (biológico) do tempo
12. 13 (treze) momento
13. O Caminho
14. O tempo da justiça
II – Tempo Reflexivo
15. Seguimentos do tempo
16. O tempo... do meu tempo
17. Temporizar o tempo
18. A complexidade do tempo
19. Tempo, tic, tac
20. A capacitação do tempo
21. Tempo partido
22. Tempo suspenso
23. Tempo de despedida (temporária)
24. Os anos passam...
25. O meu Luís... do tempo
26. Que tempo é este, afinal?
27. Eu e o meu (não) Eu
28. O tempo sem sol
III – Des-Tempo
29. Sem-abrigo cem
30. Tempos de simplicidade
31. Calcutá
32. Passeio em estado líquido
33. Quatro beijos e um sorriso
34. E a janela partiu-se
35. Tempo ainda é dinheiro?
36. Mulher de Ipanema
37. Lisboa, agora
38. Tempo perigoso
39. O dia dos nã...morados
40. 13 Tempo
41. Tempo de cravos com margaridas
42. Escravidão, hoje
IV – Tempo dos Amores
43. Tempo(ral)
44. Esse tempo não existiu
45. Tempo de amor
46. Gueixa
47. Ilusão
48. O tempo do contratempo
49. Seca interrupção
50. Quadro
51. Poesia
52. Tempo sem tempo
V – Penacova no Tempo
53. Ter vontade
54. Hoje o sol é meu
55. Face a face comigo próprio, poeta de Penacova .... 102
56. Penacova Povo
57. Águas calmas, brisa lenta
58. O Natal do silêncio
VI – Tempo Futuro (intenção)
59. Projeto de vida
60. A minha Maria Mulher
61. Estado de mom
62. Perdida no tempo
63. A trilogia do (nosso) tempo
64. Madalena
65. É hora de olhar o céu
O AUTOR:
LUÍS MANUEL PAIS AMANTE
Nasceu em Penacova no dia 15 de Janeiro de 1954 e reside em Lisboa desde 1973. É Advogado, Gestor e Consultor e, também, entre outros, diplomado pelo MCE (Brugues); no ano 2000, a sua actividade como Presidente do Grupo Place e como Consultor Internacional, mereceu referência destacada no “International Who’s Who of Professionals”.
No que à actividade literária diz respeito, o seu primeiro poema publicado foi “Tempo de Paz”, em Fevereiro de 1973, sobre o fim da Guerra do Vietname; no ano de 2012, sua mulher Ana, publica, em edição de autor, Poemas a Recordar.
Os livros já editados pela Colibri – e pelo seu Editor Fernando Mão de Ferro – são Conexões (2016) e Reflexos (2017).
O seu poema Confissão foi musicado pelo jovem Maestro Pedro Rodrigues e faz parte do repertório do Coral Divo Canto.
É o actual Mordomo-Mor da Confraria da Lampreia e Presidente da Associação das Confrarias da Rota de Cister.
Tem dois filhos, a Carolina e o Filipe; e dois netos, a Madalena e o André.
Detalhes:
Festa do Barqueiro
domingo, 12 de agosto de 2018
É uma viagem ao passado, um encontro com as memórias e as vivência que faziam o dia-a-dia das gentes de Miro há, pelo menos, meio século. Um salto no tempo a bordo de uma barca serrana. Vinda da Figueira, a barca subia o Mondego, Carregada de sal e chegava a Vale dos Ladrões, local onde «as mulheres o descarregavam».
Com a barca vazia, era tempo para proceder ao carregamento para a viagem de regresso, a Coimbra e à Figueira. «Lenha, carqueja, vinho» eram carregados na barca, «que também levava «os romeiros que iam para a Rainha Santa ou para a Senhor da Serra», bem como «os pagadores da décima», que iam pagar este imposto a Penacova. Rumo a Coimbra seguiam, também, recorda Manuel Cunha Nogueira, «alunos e professores da Universidade», e também «as lavadeiras, com as respectivas trouxas de roupa, já lavada».~
Com a barca vazia, era tempo para proceder ao carregamento para a viagem de regresso, a Coimbra e à Figueira. «Lenha, carqueja, vinho» eram carregados na barca, «que também levava «os romeiros que iam para a Rainha Santa ou para a Senhor da Serra», bem como «os pagadores da décima», que iam pagar este imposto a Penacova. Rumo a Coimbra seguiam, também, recorda Manuel Cunha Nogueira, «alunos e professores da Universidade», e também «as lavadeiras, com as respectivas trouxas de roupa, já lavada».~
A Casa de Bernarda Alba | Grupo de Alunos de Teatro de Penacova - Catrapum Catrapeia
segunda-feira, 18 de junho de 2018
O Grupo de Alunos de Teatro de Penacova - Catrapum Catrapeia (12+) apresentou a peça "A Casa de Bernarda Alba " de Federico Garcia Lorca com a participação do Coral Divo Canto.
O Bazófias | As cheias e a seca do maior rio que nasce em Portugal
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
A curta-metragem “O Bazófias” da autoria de Paulo Lencastre Leitão da CentroTV foi escolhida para integrar a Mostra de curtas-metragens sobre a temática da Água no 8º Fórum Mundial da Água, que vai decorrer em Brasília (Brasil) de 18 a 24 de março deste ano.
Esta Mostra decorre da parceria estabelecida entre o município de Seia, através do festival e o Projeto “Portugal Rumo a Brasília”.
Esta Mostra decorre da parceria estabelecida entre o município de Seia, através do festival e o Projeto “Portugal Rumo a Brasília”.
A vida e a obra do Pintor Martins da Costa
terça-feira, 21 de novembro de 2017
Os Caminhos da História, um programa da Porto Canal apresentado por Joel Cleto, dedicou recentemente um episódio à vida e obra do pintor Martins da Costa, que aqui reproduzimos, por se tratar de uma grande referência da nossa terra, não só por dela ser natural, como também por a ela se ter dedicado nos últimos anos da sua auspiciosa vid
Eternamente II
segunda-feira, 21 de agosto de 2017
Sinopse do Livro
“Estava escuro e chuviscava. Dei por mim e ali me encontrava eu, outra vez, naquele bosque. Junto à mesma árvore onde estivera da primeira vez. Ouviam-se os sons típicos da noite. Tentei não ficar tão assustada como acontecera antes. Voltei a sentar-me onde me sentara, junto a uma árvore de copa larga e decidi esperar que aquilo passasse.
De repente, comecei a ouvir algo que se parecia com um choro. E não era muito longe dali. Entrei em conflito comigo mesma, pois não sabia se deveria ficar ali, ou seguir aquele som. Por um lado, sabia que podia arriscar muito se saísse dali, mas algo me puxava para ir descobrir o que é que se estava a passar. (…)
Sobre a Autora
Mariana Assunção nasceu a 21 de outubro de 1997, em Coimbra, onde
permaneceu parte da sua infância. Mais tarde, mudou-se para uma localidade
perto da vila de Penacova, onde vive atualmente.
Se há algo que a define é o facto de ser bastante sonhadora, tendo, por isso,
uma imaginação muito fértil. Em simultâneo, esta característica conjuga-se com
a sua paixão pela escrita que desde cedo se revelou.
Quando era ainda criança, adorava escrever contos com personagens e mundos
inventados por si. Estes agradavam a quem os lia. Mais tarde, com apenas onze
anos, conseguiu que uma história sua lhe desse um quarto lugar a nível nacional.
Além de escrever sobre o mundo fantástico, também escreve sobre os seus
problemas do quotidiano, pois, para além de o papel ser um bom confidente, e
segundo pensa, consegue exprimir-se mais facilmente pela escrita do que
oralmente.
O Dia em que os Aviões deixaram de Voar
terça-feira, 11 de julho de 2017
Sinopse
Um intrigante artefacto dos tempos faraónicos, misteriosamente, ganhou vida provocando uma tempestade solar de proporções épicas. Carlos, de passagem por Macau, reencontra uma antiga paixão amorosa e é envolvido numa alucinante viagem por terras de sabor português, e não só... É-lhe confiada uma missão vital para a sobrevivência do planeta. Não há qualquer margem para erro. O mundo dependendo seu êxito. Como num filme de grande envolvência, e através de uma escrita fluída e repleta de pormenores históricos, sucedem-se então as peripécias de cinco gerações da família Vasconcelos, que decerto prenderão a atenção do leitor e o farão querer reproduzir a viagem do protagonista.
O autor Ricardo Santos, natural de Coimbra mas com forte ligação umbilical a Friúmes, terra natal dos pais, Adelino e Maria da Graça Santos, conta a história de um intrigante artefacto dos tempos faraónicos, que misteriosamente, ganhou vida provocando uma tempestade solar de proporções épicas. Tudo começou num dia em que o céu parou, deixando a Terra de rodar na sua órbita sempre tão segura, como uma abelha que se nutre dos primeiros pólens da Primavera. Nesse dia tudo mudou. Um qualquer desígnio superior incidiu sobre as águas mais calmas do lago mais azul e perfeito, e tudo se transformou num mar revolto de sentimentos e emoções.
- Autor: Ricardo Santos
- Data de publicação: Junho de 2017
- Número de páginas: 396
- ISBN: 978-989-774-769-4
- Colecção: Viagens na Ficção
- Género: Ficção
- Idioma: Pt
No Mosteiro do Vale do Silencio
quarta-feira, 14 de junho de 2017
Um romance histórico “No Mosteiro do Vale do Silencio“
ficcionado sobre os beneditinos que estiveram no Mosteiro de Lorvão no século
XII. Um romance com humor, filosofia e história, da autoria de Sónia
Marques Carvão. Acessível a todos tal e qual o livro das Aves copiado por estes
monges neste Mosteiro.
Sinopse
É uma obra que procura sensibilizar para
uma época e para um Mosteiro que foi o berço de Portugal, no que diz respeito a
sua constituição, cultura, arte das iluminuras e à contemplação. Para além
disso, promove a região, o seu património religioso e ambiental com uma
história criada, onde as personagens pertencem ao romance só e exclusivamente,
embora com alguns aspectos retirados de factos históricos. Também o diálogo foi
criado, sendo a expulsão correspondente ao facto histórico. O romance tem
etapas que dão um salto até ao ano 1184, daqui ao ano 1211 e por fim aos anos
2016-17. Em 1184-1211 foi o espaço e tempo em que a Regra de S. Bento esteve
presente pelos Beneditinos até que se viram, e passo a citar a Professora
Doutora Maria Alegria Fernandes Marques “envolto num processo de difamação e
perseguição (…) e (…) talvez mesmo, segundo (…) o Professor Doutor Nelson
Borges, no significativo dia de Véspera de Natal do ano 1205” .
Sem
adesão ao Acordo Ortográfico.
Autora: Sónia Marques Carvão
Data de publicação: junho de 2017
Edição: Município de Penacova
Género: Ficção
Idioma: Pt
Reportagem RTP - Museu Vitorino Nemésio (Penacova)
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
Localizado no Lugar da Portela de Oliveira, em pleno perímetro florestal da Serra do Buçaco, o Museu do Moinho Vitorino Nemésio, encontra-se instalado na casa de férias do Eng.º Arantes de Oliveira, Ministro das Obras Públicas no anterior regime, espaço adquirido na década de oitenta pela autarquia.
Em 1980, o moinho Vitorino Nemésio foi doado pelos herdeiros do escritor à autarquia, que o recuperou proporcionando-lhe a funcionalidade de outrora. Vitorino Nemésio, que foi Presidente da Associação Portuguesa dos Amigos dos Moinhos e " incansável moleiro das palavras", no dizer de David Mourão Ferreira, foi proprietário de três moinhos no concelho de Penacova, cujo património natural lhe serviu muitas vezes de inspiração, tornando-se uma incontornável referência cultural do Concelho.
Com o objectivo de preservar a história dos moinhos de vento e água e a memória dos seus moleiros, o município de Penacova realizou, ao longo do ano de 2015, obras de remodelação e musealização do Museu do Moinho Vitorino Nemésio.
Em 1980, o moinho Vitorino Nemésio foi doado pelos herdeiros do escritor à autarquia, que o recuperou proporcionando-lhe a funcionalidade de outrora. Vitorino Nemésio, que foi Presidente da Associação Portuguesa dos Amigos dos Moinhos e " incansável moleiro das palavras", no dizer de David Mourão Ferreira, foi proprietário de três moinhos no concelho de Penacova, cujo património natural lhe serviu muitas vezes de inspiração, tornando-se uma incontornável referência cultural do Concelho.
Com o objectivo de preservar a história dos moinhos de vento e água e a memória dos seus moleiros, o município de Penacova realizou, ao longo do ano de 2015, obras de remodelação e musealização do Museu do Moinho Vitorino Nemésio.
Visita Guiada ao Mosteiro do Lorvão , em Lorvão - Portugal (480p)
sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
Programa Visita Guiada exibido no dia 16 de novembro de 2015, na RTP2, que se centrou no Mosteiro de Lorvão, particularmente no Apocalipse de Lorvão e no Livro das Aves, documentos produzidos pelos monges daquele Mosteiro, no século XII.
Com apresentação da jornalista Paula Moura Pinheiro e comentários da professora Adelaide Miranda, o programa mostra e acompanha estas obras primas medievas, e que atualmente se encontram à guarda do Arquivo Nacional da Torre do Tombo.
O Apocalipse do Lorvão foi incluído no incluído no Registo da Memória do Mundo em outubro de 2015, notícia que pode ler na íntegra em www.penacovactual.pt/…/patrimonio-livro-do-apocalipse-do.ht…
O Apocalipse é o último livro do Novo Testamento, e significa a revelação do fim do mundo pecador, da luta entre o bem e o mal que terminará com a vitória de Cristo. Tal como esta realidade, por inacessível à razão, teve que ser revelada por Cristo a S. João (para lhe mostrar o triunfo do bem sobre o mal e não para aterrorizar), o texto do Apocalipse teve que ser comentado em escritos alegóricos, simbólicos, para ser mais facilmente inteligível. Os cristãos foram perseguidos, humilhados e marginalizados; o imperador romano era divinizado e quem não o adorasse era afastado dos bens materiais e por vezes martirizado. Por este livro os cristãos ficaram convictos de que o império romano, por todos considerado perpétuo, cairia também e Cristo dominaria tudo e todos. O dragão é aqui o símbolo do demónio e do império romano e de todos os outros impérios que não o de Cristo, que serão vencidos por Cristo. O Antigo Testamento é património dos judeus, o «povo de Deus» que teria a Terra por herança, enquanto o Apocalipse vai mais além, pois se destina ao «povo de Deus» e a todos os outros povos. O Apocalipse é uma narração profética simbólica para pacificar os cristãos e para os exortar a manterem a fé. A linguagem é simbólica para os pagãos não entenderem. Mas o Apocalipse precisava ele próprio de ser revelado ao comum dos cristãos e por isso cerca de 786 o Pe Beato de Liébana das Astúrias escreveu um comentário de que existem 23 cópias. O Apocalipse do Lorvão, de autoria de Egeas, baseia-se no Comentário de Beato de Liébana, do séc. VIII.
O Apocalipse do Lorvão pertenceu ao mosteiro de S. Mamede do Lorvão, de onde foi levado para a Torre do Tombo por Alexandre Herculano em 1853, ano em que, depois da extinção das ordens religiosas, percorreu os mosteiros portugueses para recolher documentos que considerava importantes para a história do país.
No Lorvão, em Penacova, encontrou este manuscrito, com 66 iluminuras feitas em 1189 pelo monge Egas para ilustrar o Apocalipse. Só existem 22 no mundo e apenas este tem iluminuras feitas no mosteiro de Lorvão.
A obra encontra-se na Torre do Tombo, em Lisboa, onde ainda se encontra, e sobre o qual a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), escreveu: “Documento de extrema importância para a história do país”.
Veja o documento digitalizado em www.facebook.com/penacovactual/photos/…
Com apresentação da jornalista Paula Moura Pinheiro e comentários da professora Adelaide Miranda, o programa mostra e acompanha estas obras primas medievas, e que atualmente se encontram à guarda do Arquivo Nacional da Torre do Tombo.
O Apocalipse do Lorvão foi incluído no incluído no Registo da Memória do Mundo em outubro de 2015, notícia que pode ler na íntegra em www.penacovactual.pt/…/patrimonio-livro-do-apocalipse-do.ht…
O Apocalipse é o último livro do Novo Testamento, e significa a revelação do fim do mundo pecador, da luta entre o bem e o mal que terminará com a vitória de Cristo. Tal como esta realidade, por inacessível à razão, teve que ser revelada por Cristo a S. João (para lhe mostrar o triunfo do bem sobre o mal e não para aterrorizar), o texto do Apocalipse teve que ser comentado em escritos alegóricos, simbólicos, para ser mais facilmente inteligível. Os cristãos foram perseguidos, humilhados e marginalizados; o imperador romano era divinizado e quem não o adorasse era afastado dos bens materiais e por vezes martirizado. Por este livro os cristãos ficaram convictos de que o império romano, por todos considerado perpétuo, cairia também e Cristo dominaria tudo e todos. O dragão é aqui o símbolo do demónio e do império romano e de todos os outros impérios que não o de Cristo, que serão vencidos por Cristo. O Antigo Testamento é património dos judeus, o «povo de Deus» que teria a Terra por herança, enquanto o Apocalipse vai mais além, pois se destina ao «povo de Deus» e a todos os outros povos. O Apocalipse é uma narração profética simbólica para pacificar os cristãos e para os exortar a manterem a fé. A linguagem é simbólica para os pagãos não entenderem. Mas o Apocalipse precisava ele próprio de ser revelado ao comum dos cristãos e por isso cerca de 786 o Pe Beato de Liébana das Astúrias escreveu um comentário de que existem 23 cópias. O Apocalipse do Lorvão, de autoria de Egeas, baseia-se no Comentário de Beato de Liébana, do séc. VIII.
O Apocalipse do Lorvão pertenceu ao mosteiro de S. Mamede do Lorvão, de onde foi levado para a Torre do Tombo por Alexandre Herculano em 1853, ano em que, depois da extinção das ordens religiosas, percorreu os mosteiros portugueses para recolher documentos que considerava importantes para a história do país.
No Lorvão, em Penacova, encontrou este manuscrito, com 66 iluminuras feitas em 1189 pelo monge Egas para ilustrar o Apocalipse. Só existem 22 no mundo e apenas este tem iluminuras feitas no mosteiro de Lorvão.
A obra encontra-se na Torre do Tombo, em Lisboa, onde ainda se encontra, e sobre o qual a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), escreveu: “Documento de extrema importância para a história do país”.
Veja o documento digitalizado em www.facebook.com/penacovactual/photos/…
REFLEXO(S)
sábado, 26 de novembro de 2016
Sinopse:
“Apesar
dos poemas viajarem por lugares tão distantes como Maputo ou Havana, Penacova
ou Cuba um lugar especial e as palavras que o Luís lhe dedica deixaram-me
rendido, porque me identifico muito com esse sentir, com os laços fortes, diria
mesmo telúricos, que nos ligam à terra.” - [Álvaro Coimbra, in Blog – Livraria Mondego]
Índice:
... na vida das poesias
I.
... Ligadas aos compromissos matrizantes – e marcantes – da minha interioridade
e da sua formatação.
1.
O dia do (Meu) Pai
2.
Tempo de paz
3.
Hoje sim, também já sou poeta!
4.
(A)Mar do Guincho
6.
Achas que dá para não crescermos?
7.
Aplicação?
8.
Bom fumador Mau
9.
Há Sorrisos
10.
Emoções
11.
Despedida Wi-Fi
12.
Como é que?
13.
Quando
14.
O meu tempo
15.
O simbolismo do cravo
16.
Oh amizade
17.
O Silêncio do Cheiro Bom
18.
Namoro Sexagenário
19.
Voo libertário
20.
O que Penacova tem
... na vida das poesias
II.
... Inscritas no meu pensamento livre, vadio, divagante e acutilante, por vezes
bem disposto.
21.
Olá Boneca
22.
Arroz de grelos
23.
Beija-me
24.
Bola careca
26.
Ai Cachopa
28.
Ai como é bom
29.
Anda comigo
30.
Quem espera desespera
31.
Enrola/Rebola
32.
Pedinte do Bairro Azul
33.
Sim, embala-me
34.
Pequena toalha
35.
Pensamento simplificado
36.
Os dedos unidos jamais serão vencidos
37.
Os sem limites
38.
Hasta Siempre!
39.
Os jogadores de sueca
40.
Os Climas
... na vida das poesias
III. ... Adquiridas em contextos
específicos
i)
dos espaços com tempo
41.
Cruzeiro de Penacova
42.
Fim de tarde à beira Tejo
43.
Gallerie du ROI
44.
Cai
45.
Pedras e pedrinhas nos escolhos da vida sincera
46.
Pensei
47.
Vira hábito
48.
Derby!
ii) dos tempos sem espaço
49.
Andar perto das nuvens
50.
(Co)relações impacientes
51.
Espetada de Lula(s)
52.
Passagem
53.
Bagunça de Educação
54.
O cartão
55.
Glifosato?
56.
Seres sem ser
iii) dos sofrimentos
57.
Saídos do tempo parado
58.
Oceanos do tempo
59.
IPAD não substitui
62.
Estações da Vida
63.
Sofredor
64.
O amor não correspondido dura sempre
65.
Vão-se então para que vos leve o mar
... na vida das poesias
IV.
... Conectadas com vivências concretas que mereceram – e merecem –
incondicionais relevâncias.
66.
Aqui fui feliz, sim
67.
Chamar-te Mãe?
69.
O neto André Amante
70.
De pernas pr’o ar
71.
Paris ainda deambula
72.
Areia molhada
73.
Domingo de Ramos
74.
O pequeno Omran
75.
Helena, a eterna menina
76.
O Aniversário do António
78.
O Mercado do Livramento
80.
Os doces da Armandinha
81.
Baía de Luanda
82.
Casa da Azálea dos Amores
83.
Princesa no Taj Mahal
84.
Villas piloto doutor
85.
Oh mar!
O AUTOR:
Luís
Manuel Pais Amante fez os estudos básicos na Escola Maria Máxima, em Penacova,
onde nasceu a 15 de Janeiro de 1954 e os estudos secundários no Externato
Príncipe das Beiras, em Penacova e no Liceu D. Duarte, em Coimbra. É Licenciado
em Direito. Post-Graduado, Advogado e Gestor, diplomado, entre outros, pelo MCE
(Mannagement Center Europe), em Bruges. Reside em Lisboa desde 1973. O reconhecimento
do seu trabalho, na área da consultoria [nacional e internacional] e da gestão,
mereceu destacada referência no “Ultimate Professional Directory – 2000” , do “International Who’s
Who of Professionals”. Em 2016 publica o seu primeiro livro de poesia Conexões.
Tem dois filhos – a Carolina e o Filipe, e um neto – o André. Sua mulher, Ana
publicou em 2012, em edição de autor, Poemas a Recordar. É o actual Juiz da
Confraria da Lampreia.
Detalhes:
Ano: 2016
Capa: capa mole
Tipo: Livro
N. páginas: 180
Formato: 23x16
ISBN: 978-989-689-624-9
Os antigos códices de Lorvão: balanço de pesquisa e recuperação de tradições
domingo, 30 de outubro de 2016
“Os antigos
códices de Lorvão: balanço de pesquisa e recuperação de tradições”, da autoria
de Aires Augusto do Nascimento, professor catedrático jubilado (2008) da
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Padre da Sociedade Missionária
da Boa Nova. Entre 1990 e 1991 exerceu as funções de presidente do Instituto
Português dos Arquivos. De 1994 e 2008 dirigiu o Centro de Estudos Clássicos da
Universidade de Lisboa. Grande parte do conteúdo deste livro, agora editado
pela Câmara Municipal, já fora publicado em Florença (2014), traduzindo assim a
importância dos Códices Lorvanenses, nomeadamente do “Apocalipse de Lorvão” e
do “Livro das Aves”, no conjunto das investigações sobre a Idade Média.
A apresentação esteve a cargo da Professora da Universidade de
Coimbra, Maria Alegria Marques, também ela autora de estudos sobre aquele
cenóbio penacovense.
O currículo de
Aires Nascimento conta com uma extensa bibliografia, inclusivamente sobre
Lorvão (1). Participou no processo de candidatura para inscrever o chamadoApocalipse
de Lorvão no Património
Cultural da Humanidade. Tarefa coroada de êxito pois, a UNESCO, faz agora um
ano, incluiu precisamente no Registo de Memória do Mundo aquela obra, integrada
na candidatura ibérica designada por “Os manuscritos do Comentário do
Apocalipse (Beato de Lièbana) na tradição ibérica”.
Este estudo do
Professor Aires Nascimento vem enriquecer o conjunto de publicações que a
Câmara Municipal tem vindo a patrocinar nos últimos anos. Apesar de revestir um
carácter acentuadamente erudito, não deixa de ser acessível ao público em geral
e tal como escreve o autor no prefácio “se o conhecimento contagiar outros,
tanto melhor para apreciarem o que é de muitos e deve servir para chegar a
muitos: assim haverá cultura mais ampla”.
David G. Almeida - Blogue Penacova Online - 29 - X - 2016
Autor: Aires Augusto do Nascimento
Edição: Câmara Municipal de Penacova - outubro de 2016
"Martins da Costa – Contos Vividos”
sábado, 23 de julho de 2016
“Falemos então deste livro. Existe em Portugal uma brilhante tradição de escrita praticada por artistas plásticos que, pousando os pincéis (no caso dos pintores) ou o escopro e o martelo (os escultores) cultivaram, a par, a arte das letras.
Para o meu sentido crítico (não só pela capacidade revelada, mas especialmente pelo inusitado) João Martins da Costa, com as suas crónicas, inscreve-se por completo nesta tradição. Enriquecendo-a na vertente de testemunhar o quotidiano através do processamento da autobiografia que, paulatinamente, nos vai expondo.
Para o meu sentido crítico (não só pela capacidade revelada, mas especialmente pelo inusitado) João Martins da Costa, com as suas crónicas, inscreve-se por completo nesta tradição. Enriquecendo-a na vertente de testemunhar o quotidiano através do processamento da autobiografia que, paulatinamente, nos vai expondo.
As suas prosas constituem um rigoroso registo da memória, trazendo até nós factos e acontecimentos de lugares por onde passou ou onde viveu. Mas o cronista não se limita a ser retratista ou testemunha daquilo a que vai assistindo, porque, à medida que expõe a sua visão na realidade, não deixa de explanar os conceitos e princípios que lhe pautaram as escolhas".
Estas palavras são do professor Helder Pacheco, autor do prefácio deste livro que contou com coordenação editorial de Álvaro Coimbra, jornalista da RTP, amigo e antigo aluno de Martins da Costa.
A Omdesign,
fundada em 1998 por Diogo Martins da Costa Gama Rocha, neto do pintor, teve a
seu cargo a conceção desta obra."
Recentemente o livro, foi galardoado com um "Muse Creative
Award", pela qualidade gráfica e o trabalho de equipa dos criativos da
empresa Omdesign, liderada pelo neto do artista, Diogo Gama Rocha.
Título: Martins da Costa “Contos Vividos”
Coordenação editorial: Álvaro Coimbra
Prefácio: Hélder Pacheco
Coordenação: Diogo Martins da Costa Gama Rocha
Edição: Câmara Municipal de Penacova – julho 2016-10-30
Impressão: NorprintVeja AQUI o vídeo sobre a obra e o percurso artístico do pintor portuense João Martins da Costa, está a ser publicado no Penacova Actual, a propósito do lançamento do livro “Martins da Costa – Contos Vividos”, que vai ter lugar no próximo dia 23 de julho, sábado, pelas 18.00 horas, no Mirante Emídio da Silva, em Penacova. É o primeiro livro dedicado ao pintor João Martins da Costa (1921-2005), vulto da pintura do século passado, que viveu parte da vida em Penacova. A obra tem coordenação editorial do jornalista da RTP, Álvaro Coimbra, e é composta por textos escritos pelo pintor nas décadas de oitenta e noventa, parte do espólio fotográfico e reproduções de alguns dos seus quadros.
Com locução de Raúl Durão e realização de Adriano Nazareth, este vídeo é da autoria de Flórido Vasconcelos e foi produzido em 1973.
Conexões
domingo, 13 de março de 2016
Pediu‑me o amigo Luís Amante para lhe prefaciar este seu
primeiro livro de poesia: Conexões.
Fez‑me prova de toda a sua confiança e não se deixou abalar perante a minha
natural hesitação, própria de quem é inadvertidamente colocado perante uma
tarefa nunca antes realizada. Aceitei, contudo, em expressão genuína de correspondência
e de apoio a esta manifestação literária da sua sensibilidade, consubstanciada
nas impressões de leitura que este livro me provocou.
A
primeira leitura das Conexões faz‑se
de um só fôlego. A atmosfera emocional que envolve o leitor é a de uma
fragrância de autenticidade que se exala do âmago do autor. Adivinham‑se, nestes
poemas, as paisagens, os aromas, as tradições e as épocas de um Portugal
interior, de uma época não muito recuada, mas tão distante da compreensão e do
conhecimento da vida actual. Refiro‑me a Penacova, terra onde nasceu, no
distrito de Coimbra: é preciso conhecê‑la e respirá‑la através da mão do poeta.
Do poema «Penacova»: «[…] Abre‑se a paisagem do Rio Mondego / Logo na curva
bonita e enfeitiçada do Caneiro / E perpassa por nós um calafrio / Quando se vê
aquele presépio presenteiro // As margens do rio fecham‑se / O silêncio reina /
As águias vigiam‑se / E a lampreia, quase esgotada, teima, teima // Acácias em
flor / Maios sem dor / Choupos altos e contentes / Milheirais verdes e
reluzentes // Na Rebordosa, como quem vai para o Lorvão / Tocam baixinho os
cavaquinhos / Aperta‑se‑nos o coração / E resgatam‑se à natureza os
viveiros dos peixinhos// […]».
Editora: Colibri
Tema: Poesia
Ano: 2016
ISBN 9789896895631
Tema: Poesia
Ano: 2016
ISBN 9789896895631
Memória de Pedra
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Sinopse
“(...) a respiração num silêncio noturno, num peso de toneladas, o dedo grande do pé irrequieto a experimentar a resistência do chinelo e daí a pouco um buraco na meia e fora de ti, ao redor da tua figura, as coisas se desarrumam sem aviso por cima dos móveis escassos e quase velhos, o teu retrato acinzentado em cima da mesa de cabeceira, sorrindo tímido a aves invisíveis que cruzam um céu aberto, aves que nem sequer voam ou talvez voem apenas na tua cabeça entalada pelas mãos que encimam os braços cujos cotovelos nas pernas, sem dor, o corpo a balouçar em vaivéns sem ritmo certo enquanto na cabeça se amontoam palavras cheias de letras que significam nada, palavras que significam outras palavras que se desconhecem umas às outras, permanecendo mudas e inexpressivas, com olhares parados junto aos respetivos muros que as defendem de si e das outras (…)”
- Autor: António Luís
- Data de publicação: Novembro de 2015
- Número de páginas: 454
- ISBN: 978-989-51-5617-7
- Colecção: Passos Perdidos
- Género: Ficção
Recriação Histórica "Lorvão, Glória de Cister"
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Excerto da participação do Grupo Etnográfico de Lorvão, com colaboração da Associação Pró-Defesa do Mosteiro de Lorvão, no encerramento das Comemorações dos 300 anos da Transladação das Santas Rainhas Teresa e Sancha, em Lorvão
Penacova Visto Pela Demografia
sábado, 18 de julho de 2015
«Em qualquer projeto de desenvolvimento, para atingir os objetivos desejados, é indispensável conhecer, não só o passado mas sobretudo a realidade presente, fazer o diagnóstico e traçar diretrizes futuras. Estamos perante um trabalho que revela a realidade atual do nosso concelho e pões a nu as nossas vulnerabilidades. Estamos perante um documento de trabalho que lhe exigiu muita consulta, muita investigação, muitas horas de sono perdido e que vem colmatar uma lacuna sobre um tema que ainda não tinha sido abordado. É uma preciosa ajuda com a qual os responsáveis autárquicos e todas as forças, instituições e cidadãos responsáveis pelo futuro do nosso concelho passam a contar, para em conjunto, procurarem os caminhos que levem à inversão da nossa realidade demográfica.» Ernesto Fonseca Coelho
“O conhecimento com pormenor
sobre a população é de extrema importância para a execução do serviço público prestado
pelos organismos e instituições à mesma, estabelecendo uma política de
proximidade. Saber quantos somos e vislumbra quantos seremos daqui a duas décadas
permite-nos efectuar uma gestão de recursos disponíveis a médio e a longo
prazo, de um modo mais eficiente. O estudo da população e o cenário de projecção
são uma mais-valia no estabelecer de prioridades, na tomada de decisões e
essencialmente, uma maior segurança sobre o caminho.” Vítor Cordeiro
Autores - Paulo Cunha Dinis e Filipa de Castro Henriques
Editor - Lugar da Palavra
EAN - 978-9897310980
ISBN - 9789897310980
Dimensões 21 cm
Nº Páginas 116
Encadernação Capa mole
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